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Rio de Janeiro
Em setembro, o preço da cesta básica do Rio de Janeiro apresentou alta de 7,32%
em relação a agosto. O custo foi de R$ 913,46. Entre setembro de 2025 e setembro de
2026, o valor acumulou elevação de 14,29%. Na variação acumulada em 2026, houve
aumento de 15,33%.
Entre agosto e setembro de 2026, nove dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (59,45%), batata (46,03%), arroz
agulhinha (3,23%), carne bovina de primeira (2,43%), óleo de soja (2,23%), pão francês
(2,14%), feijão preto (1,95%), manteiga (1,84%) e açúcar refinado (0,57%). Os outros
quatro itens apresentaram queda de preço: banana (-7,67%), farinha de trigo (-3,03%),
café em pó (-2,31%) e leite integral (-1,20%).
No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em seis dos 13
produtos: batata (139,35%), tomate (63,57%), feijão preto (30,77%), carne bovina de
primeira (17,03%), pão francês (10,14%) e leite integral (4,94%). Os alimentos que
apresentaram diminuição de preços foram: café em pó (-24,50%), açúcar refinado
(-21,98%), banana (-13,40%), farinha de trigo (-5,88%), óleo de soja (-4,41%), manteiga
(-1,24%) e arroz agulhinha (-0,86%).
No acumulado do ano, ou seja, entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, oito
produtos registraram alta: tomate (128,11%), batata (57,09%), feijão preto (31,27%),
carne bovina de primeira (14,27%), leite integral (13,76%), pão francês (8,20%), arroz
agulhinha (5,49%) e manteiga (0,85%). Os seguintes alimentos apresentaram queda de
preço: café em pó (-22,39%), açúcar refinado (-18,58%), banana (-14,52%), óleo de soja
(-8,13%) e farinha de trigo (-2,44%).
Em setembro de 2026, o trabalhador do Rio de Janeiro remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 123 horas e 58 minutos para adquirir a cesta
básica. Em agosto de 2026, o tempo de trabalho necessário havia sido de 115 horas e 31
minutos. Em setembro de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de
trabalho necessário era de 115 horas e 50 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em setembro de 2026, 60,92% da
renda para adquirir a cesta. Em agosto de 2026, esse percentual correspondeu a 56,77%
da renda líquida e, em setembro de 2025, a 56,92%.