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Goiânia
Em setembro, o preço da cesta básica de Goiânia apresentou alta de 4,54% em
relação a agosto. O custo foi de R$ 808,01. Entre setembro de 2025 e setembro de 2026,
o valor acumulou elevação de 13,72%. Na variação acumulada em 2026, houve aumento
de 11,30%.
Entre agosto e setembro de 2026, oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica
tiveram aumento nos preços médios: tomate (38,48%), batata (26,70%), arroz agulhinha
(5,22%), óleo de soja (2,96%), carne bovina de primeira (2,20%), leite integral (1,45%),
açúcar cristal (1,24%) e manteiga (0,66%). Os outros cinco itens apresentaram queda de
preço: feijão carioca (-4,92%), farinha de trigo (-2,63%), café em pó (-1,44%), pão
francês (-0,97%) e banana (-0,34%).
No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em sete dos 13
produtos: batata (77,78%), tomate (70,20%), feijão carioca (46,22%), carne bovina de
primeira (13,70%), leite integral (11,43%), pão francês (3,48%) e arroz agulhinha
(0,83%). Os alimentos que apresentaram diminuição de preços foram: açúcar cristal
(-17,01%), café em pó (-11,62%), banana (-7,26%), óleo de soja (-1,67%), farinha de
trigo (-1,03%) e manteiga (-0,18%).
No acumulado do ano, ou seja, entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, nove
produtos registraram alta: tomate (53,87%), feijão carioca (43,80%), batata (33,08%),
leite integral (17,20%), arroz agulhinha (16,63%), carne bovina de primeira (9,59%),
manteiga (7,59%), pão francês (3,87%) e farinha de trigo (1,26%). Os seguintes alimentos
apresentaram queda de preço: açúcar cristal (-11,38%), banana (-11,33%), café em pó
(-7,39%) e óleo de soja (-4,02%).
Em setembro de 2026, o trabalhador de Goiânia remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 109 horas e 40 minutos para adquirir a cesta básica.
Em agosto de 2026, o tempo de trabalho necessário havia sido de 104 horas e 54 minutos.
Em setembro de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho
necessário era de 102 horas e 58 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em setembro de 2026, 53,89% da
renda para adquirir a cesta. Em agosto de 2026, esse percentual correspondeu a 51,55%
da renda líquida e, em setembro de 2025, a 50,60%.