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DIEESE - Índice do Custo de Vida - Agosto/98
Índice do Boletim DIEESE - Setembro de 1998

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DEFLAÇÃO PELO SEGUNDO MÊS CONSECUTIVO


Pelo segundo mês consecutivo, em agosto o custo de vida para o conjunto da população do município de São Paulo registrou variação negativa, com a queda, desta vez, chegando a 0,89%, contra os 0,37% apurados em julho, segundo cálculo do DIEESE. Em dois meses, a deflação chega a 1,25%. É a primeira vez, desde que o DIEESE começou a calcular o Índice do Custo de Vida (ICV), em 1959, que a inflação registra queda em dois meses consecutivos.

No índice geral, dos dez grupos que compõem o orçamento doméstico, quatro tiveram comportamento ascendente e apenas um deles - a Educação e Leitura - tem peso significativo na composição das despesas familiares. Por outro lado, os demais grupos importantes registraram queda, as mais expressivas no Vestuário (-2,51%), Transportes (-1,17%), Alimentação (-0,91%) e Habitação (-0,88%). (tabela 1 e gráfico 1)


Tabela 1 - ICV-DIEESE - Grupos e subgrupos com maiores retrações / Agosto de 1998

em (%)
Grupos e subgrupos Taxas
Vestuário -2,51

Roupas
-3,09

Calçados
-1,56
Transportes -1,17

Individual
-1,93

Coletivo
0,65
Alimentação -0,91

In natura e semi-elaborados
-0,75

Industrializados
-1,30

Fora do domicílio
-0,49
Habitação -0,88

Locação, impostos e condomínio
-2,02

Operação
-0,20

Conservação
-0,09




Comportamento por estratos

Os índices por estrato de renda, neste mês, foram todos negativos. As famílias de menor poder aquisitivo (renda média de R$ 377,49), englobadas no estrato 1, foram as que mais se beneficiaram das quedas dos preços, com uma taxa de -0,96%. Por outro lado, a taxa inflacionária das famílias de maior renda (média de R$ 2.792,90), pertencentes ao estrato 3, foi de -0,85%, com retração menos expressiva entre os estratos analisados. Para as famílias com nível de renda intermediária (média de R$ 934,17), a taxa apresentou variação de -0,94%, uma vez que sua estrutura de gastos é semelhante à do primeiro, registrando, assim, um índice bastante próximo.

Com dois meses de taxas inflacionárias negativas, os três estratos de renda acumulam também variações negativas para o bimestre, a menos expressiva para as famílias de maior poder aquisitivo (-1,19%) e a mais significativa no estrato 2 (-1,39%). (tabela 2)


Tabela 2 - Custo de Vida no Município de São Paulo

(em %)
Índices Julho/98 Agosto/98 Bimestre
Geral -0,37 -0,89 -1,25
Estrato 1 -0,38 -0,96 -1,33
Estrato 2 -0,45 -0,94 -1,39
Estrato 3 -0,34 -0,85 -1,19


Como a composição das despesas das diversas famílias é diferente, a contribuição de cada um dos grupos que compõem o orçamento doméstico é diferenciado segundo o nível de rendimento. As taxas e as contribuições, segundo os estratos de renda, podem ser vistos na tabela 3 e gráfico 2.


Tabela 3 - Taxas e contribuição dos grupos de despesa, segundo estrato de renda / Agosto 1998

(em %)
Grupos de
Gastos
Índice geral Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3
Taxa
(em %)
Contribuição (em pp) Taxa
(em %)
Contribuição (em pp) Taxa
(em%)
Contribuição (em pp) Taxa
(em %)
Contribuição (em pp)
Alimentação -0,91 -0,24 -1,15 -0,40 -0,94 -0,29 -0,82 -0,19
Habitação -0,88 -0,22 -1,09 -0,29 -0,97 -0,25 -0,77 -0,19
Equipamentos domésticos -1,15 -0,06 -1,39 -0,07 -1,23 -0,07 -1,03 -0,05
Transportes -1,17 -0,16 0,14 0,01 -0,90 -0,12 -1,44 -0,22
Vestuário -2,51 -0,15 -2,52 -0,17 -2,56 -0,17 -2,63 -0,15
Educação e leitura 0,11 0,01 0,01 0,00 0,06 0,00 0,14 0,01
Saúde -0,65 -0,07 -0,61 -0,05 -0,70 -0,06 -0,64 -0,07
Recreação 0,07 0,00 -0,43 0,00 0,03 0,00 0,12 0,00
Despesas pessoais 0,12 0,00 0,11 0,01 0,18 0,01 0,09 0,00
Despesas diversas 0,60 0,00 0,63 0,00 0,62 0,00 0,58 0,00
Total -0,89 -0,89 -0,96 -0,96 -0,94 -0,94 -0,85 -0,85

pp = ponto percentual.



As famílias de menor poder aquisitivo, incluídas no estrato 1, foram as que mais se beneficiaram com as quedas ocorridas nos preços de produtos dos grupos Alimentação e Habitação, que juntos contribuíram com -0,69 ponto percentual no resultado de seu índice (-0,96%).

O estrato 2, que compreende as famílias com renda intermediária, teve sua taxa final determinada não apenas pelas quedas verificadas na Alimentação e Habitação, como também pelo comportamento do grupo Transportes. Estes três grupos foram responsáveis por uma diminuição de 0,66 ponto percentual no cálculo de seu índice (-0,94%).

Como a Alimentação e a Habitação pesam relativamente menos para as famílias de maior poder aquisitivo, que compõem o estrato 3, o grande responsável por um índice negativo foi o grupo Transportes, com uma contribuição de -0,22 ponto percentual. A Alimentação e a Habitação tiveram, neste estrato, uma contribuição de -0,38 ponto percentual, bem inferior à observada nas famílias de menores rendas. Análise por grupos
Alimentação

O quadro de deflação ocorrido em julho para o grupo Alimentação se acentuou em agosto, passando de -0,91% para -1,29%, devido ao comportamento de todos os três subgrupos que o compõem. Nos produtos in natura e semi-elaborados (-0,75%), as maiores quedas foram observadas nos seguintes itens: legumes (-10,21%) - especialmente o tomate (-18,19%) -, hortaliças (-6,79%), raízes e tubérculos (-4,03%), aves e ovos (-1,25%) e grãos (-4,09%), com destaque, neste último, para a baixa ocorrida no preço do feijão (-10,61%). O item frutas apresentou taxa positiva (4,23%), com aumentos acentuados no limão (34,12%) e mexerica (22,50%), devido a fatores sazonais, e a maior queda para o morango (-25,27%).

O subgrupo produtos industrializados apresentou retração de 1,30%, com quedas significativas em alguns itens, tais como café e chá (-4,27%), óleos e gorduras (-2,66%), carnes industrializadas (-2,05%), derivados do leite (-1,87%) e açúcar e derivados (-1,15%). Estas quedas foram mais acentuadas nos produtos café em pó (-5,08%), queijos (-3,61%), açúcar (-3,41%) e óleo de soja (-3,91%).

No subgrupo alimentação fora do domicílio (-0,49%) a queda foi generalizada. A cerveja foi o produto que acusou a menor taxa (-1,38%).

Habitação

O declínio verificado no subgrupo locação, impostos e condomínio (-2,02%), com destaque para o item aluguéis (-3,24%), foi o principal responsável pela taxa negativa apurada no grupo Habitação (-0,88%).

Equipamentos Domésticos

A variação apurada para o grupo Equipamentos Domésticos (-1,15%) foi determinada pelas taxas verificadas nos subgrupos eletrodomésticos (-1,90%), rouparia (-0,72%) e utensílios (-0,28%). O subgrupo móveis foi o único a apresentar aumento de preços (0,01%). Os produtos que acusaram maiores retrações, em agosto, foram: aparelho de som (-5,25%) e microondas (-3,78%).

Transporte

A taxa negativa registrada nos gastos com Transportes (-1,17%) foi determinada pela queda no subgrupo transporte individual, devido aos aumentos dos preços de combustíveis (-2,96%) e de veículos (-2,08%), uma vez que os gastos nos transportes coletivos ainda apresentaram pequena elevação (0,65%), em conseqüência dos aumentos nos preços dos ônibus intermunicipais (5,97%) e interestaduais (3,92%).

Vestuário

A principal retração, em agosto, verificou-se nos gastos com o grupo Vestuário (-2,51%), resultado das liquidações de roupas de inverno. A queda mais acentuada ocorreu no subgrupo roupas (-3,09%) - tanto de adultos (-3,40%), como infantil e de bebê (-2,12%). Os principais declínios foram detectados nos itens: blusão masculino e feminino (-11,99% e -13,56%, respectivamente) e agasalhos e training (-9,24% para o masculino, -4,73% o feminino e -5,42% o infantil).

Os calçados, que no mês anterior apresentaram certa estabilidade de preço (-0,02%), neste mês tiveram queda de 1,56%.

Educação e Leitura

O grupo Educação e leitura teve taxa positiva de 0,11%, principalmente por causa do início do segundo semestre, com a oferta de novas turmas nos cursos pré-vestibular (3,62%), que pressionou o subgrupo educação (0,12%), apesar da queda ocorrida no material de papelaria (-1,12%). O subgrupo leitura apresentou comportamento estável.

Saúde

Contrariando a tendência dos meses anteriores, em agosto o grupo Saúde apresentou queda (-0,65%). O subgrupo medicamentos e produtos farmacêuticos, que vinha registrando aumentos sistemáticos, também acusou preços menores (-0,20%). Entretanto, a maior retração ocorreu para o subgrupo assistência médica, que teve taxa de -0,82%.

Recreação

A variação de 0,07%, apurada pelo ICV-DIEESE para este grupo, foi pressionada pela taxa positiva dos serviços (2,10%) - consequência dos reajustes nos ingressos de cinemas - e contrabalançada pelas quedas nos produtos (-1,02%), principalmente nos brinquedos (-1,77%).

Índices Acumulados

A inflação dos últimos doze meses acumula uma taxa de 1,14%, com diferenças marcantes entre os dez grupos que compõe o ICV-DIEESE, que vão de -8,07% no Vestuário a 6,98% na Saúde. As maiores e menores taxas anuais foram observados conforme mostra a tabela 4:


Tabela 4 - Maiores e menores taxas acumuladas /
Setembro de 1997 a agosto de 1998

(em %)
Grupos e Subgrupos Maiores Taxas
Saúde 6,98

Assistência
5,85

Medicamentos
10,27
Educação e leitura 6,87

Educação
7,42

Leitura
-0,19
Alimentação 3,31

In natura e Semi-elaborados
7,14

Industrializados
1,03

Fora do domicílio
0,62
Grupos e Subgrupos Menores Taxas
Vestuário -8,07

Roupas
-8,24

Calçados
-7,25
Equipamentos domésticos -3,35

Eletrodomésticos
-3,41

Utensílios
-4,38

Móveis
-2,05

Rouparia
-5,48
Habitação -0,80

Aluguel, impostos e condomínio
-5,94

Operação do domicílio
2,10

Conservação do domicílio
4,60


Apesar do comportamento contido da taxa de inflação, a observação da tabela acima revela aumentos marcantes principalmente na Saúde, em que se destacam os medicamentos, e na Educação e Leitura, neste caso conseqüência dos reajustes das mensalidades escolares. Estes grupos tiveram condições de praticar tais aumentos devido às pressões da demanda, oriunda da precariedade dos Serviços Públicos e do seu poder monopolístico.

As quedas nos preços do Vestuário e dos Equipamentos Domésticos refletem a retração da demanda e a forte concorrência atrelada a estes setores da economia.

Entre janeiro e agosto deste ano, a inflação acumula uma taxa de 0,58%, com maiores aumentos nos grupos Educação e Leitura (6,83%) e Saúde (4,60%) e maiores quedas no Vestuário (-5,81%) e Equipamentos Domésticos (-2,01%).

Ainda que nos últimos meses as taxas inflacionárias sejam menores para as famílias de menor renda, os índices anuais acumulados por estrato indicam ainda um comportamento inverso, com maior inflação para o estrato 1, que envolve as famílias mais pobres (2,10%), seguido pelo estrato 2, no qual estão as camadas intermediárias (1,28%) e com uma menor taxa para as famílias de maior poder aquisitivo, incluídas no estrato 3 (0,79%).

Estas diferenças de taxas entre estratos têm como origem a estrutura de despesas das diferentes famílias. As famílias de menor poder de compra, estrato 1, foram as mais prejudicadas pelas altas nos alimentos (4,55%) e no transporte coletivo (7,76%), dado que este itens representam 49,31% de suas despesas.

No entanto, para as famílias com rendimentos mais elevados (estrato 3), estes itens equivalem a 36,87% de seus gastos, tendo como conseqüência menor impacto inflacionário em seu índice. Assim, se de um lado foram beneficiadas pelo menor peso destes itens, por outro foram prejudicadas pelos reajustes ocorridos na Saúde e em Educação e Leitura, que correspondem a 21,16% de seus orçamentos domésticos. Também a queda nos preços do transporte individual contribuiu para reduzir este índice, dado que este gasto equivale a 12,58% das despesas destas famílias.

Observações Finais

A análise do comportamento dos preços nos últimos meses aponta uma forte retração da demanda, pois nos setores mais concorrenciais a queda é acentuada. Os aumentos só são detectados em setores mais oligopolizados e/ou com serviços públicos precários, como é o caso dos medicamentos, seguro saúde e mensalidades escolares.

A comparação dos índices mensais de 1998 com os equivalentes de 1997 revela sempre uma menor taxa em todos os meses deste ano. Como a inflação acumulada dos últimos doze meses é de 1,14%, espera-se fechar o ano de 1998 com uma taxa inferior a esta. Se de um lado pode-se festejar a queda dos preços, por outro é motivo de preocupação, dado o quadro recessivo com que a sociedade se depara.


Custo de Vida no Município de São Paulo
Agosto de 1998


Índice Geral - (em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

- 0,8851

- 0,8851

100,0000
Alimentação - 0,9103 - 0,2403 26,3985
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,7545 - 0,0799 10,5883
Indústria da Alimentação - 1,2991 - 0,1329 10,2314
Alimentação Fora do Domicílio - 0,4929 - 0,0275 5,5788
Habitação - 0,8813 - 0,2220 25,1946
Locação, Impostos e Condomínio - 2,0154 - 0,1947 9,6612
Operação do Domicílio - 0,1998 - 0,0243 12,1829
Conservação do Domicílio - 0,0890 - 0,0030 3,3506
Equipamentos Domésticos - 1,1461 - 0,0581 5,0690
Eletrodomésticos e Equipamentos - 1,9048 - 0,0539 2,8284
Utensílios Domésticos - 0,2842 - 0,0018 0,6223
Móveis 0,0138 0,0002 1,2522
Rouparia - 0,7167 - 0,0026 0,3661
Transporte - 1,1718 - 0,1625 13,8635
Individual - 1,9328 - 0,1891 9,7858
Coletivo 0,6545 0,0267 4,0777
Vestuário - 2,5062 - 0,1524 6,0807
Roupas - 3,0917 - 0,1240 4,0123
Calçados - 1,5568 - 0,0270 1,7355
Acessórios - 0,3982 - 0,0013 0,3329
Educação e Leitura 0,1149 0,0086 7,5186
Educação 0,1233 0,0086 7,0061
Leitura 0,0000 0,0000 0,5126
Saúde - 0,6511 - 0,0659 10,1161
Assistência Médica - 0,8239 - 0,0605 7,3372
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0633
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos - 0,1994 - 0,0054 2,7155
Recreação 0,0653 0,0011 1,7516
Produtos - 1,0235 - 0,0117 1,1408
Serviços 2,0989 0,0128 0,6108
Despesas Pessoais 0,1227 0,0046 3,7318
Higiene e Beleza 0,1972 0,0045 2,2900
Fumo e Acessórios 0,0045 0,0001 1,4418
Despesas diversas 0,5957 0,0016 0,2756
Animais 0,7479 0,0016 0,2195
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0561


Custo de Vida no Município de São Paulo
Agosto de 1998


Estrato 1 - Famílias com renda inferior
(renda média = R$ 377,48)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

- 0,9629

- 0,9629

100,0000
Alimentação - 1,1476 - 0,3982 34,6968
Produtos in-natura e semi-elaborados - 1,0085 - 0,1656 16,4200
Indústria da Alimentação - 1,4917 - 0,2098 14,0639
Alimentação Fora do Domicílio - 0,5414 - 0,0228 4,2129
Habitação - 1,0914 - 0,2946 26,9956
Locação, Impostos e Condomínio - 2,7128 - 0,2900 10,6895
Operação do Domicílio 0,0057 0,0008 13,5499
Conservação do Domicílio - 0,1965 - 0,0054 2,7563
Equipamentos Domésticos - 1,3894 - 0,0659 4,7413
Eletrodomésticos e Equipamentos - 2,2895 - 0,0633 2,7668
Utensílios Domésticos 0,3896 0,0025 0,6482
Móveis - 0,2328 - 0,0024 1,0236
Rouparia - 0,8831 - 0,0027 0,3028
Transporte 0,1368 0,0122 8,8957
Individual - 2,1294 - 0,0512 2,4048
Coletivo 0,9764 0,0634 6,4910
Vestuário - 2,5207 - 0,1704 6,7620
Roupas - 3,0172 - 0,1281 4,2473
Calçados - 1,7938 - 0,0397 2,2117
Acessórios - 0,8684 - 0,0026 0,3031
Educação e Leitura 0,0096 0,0003 3,5162
Educação 0,0102 0,0003 3,3299
Leitura 0,0000 0,0000 0,1863
Saúde - 0,6100 - 0,0495 8,1173
Assistência Médica - 0,9274 - 0,0399 4,2994
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos - 0,2526 - 0,0096 3,8180
Recreação - 0,4283 - 0,0041 0,9583
Produtos - 1,3634 - 0,0093 0,6815
Serviços 1,8732 0,0052 0,2769
Despesas Pessoais 0,1101 0,0055 5,0309
Higiene e Beleza 0,1975 0,0053 2,7012
Fumo e Acessórios 0,0088 0,0002 2,3296
Despesas diversas 0,6255 0,0018 0,2857
Animais 0,7479 0,0018 0,2390
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0468


Custo de Vida no Município de São Paulo
Agosto de 1998


Estrato 2 - Famílias com renda intermediária
(renda média = R$ 934,17)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

- 0,9377

- 0,9377

100,0000
Alimentação - 0,9414 - 0,2862 30,4039
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,7570 - 0,1027 13,5670
Indústria da Alimentação - 1,3466 - 0,1668 12,3852
Alimentação Fora do Domicílio - 0,3761 - 0,0167 4,4517
Habitação - 0,9697 - 0,2472 25,4901
Locação, Impostos e Condomínio - 2,5324 - 0,2434 9,6127
Operação do Domicílio 0,0214 0,0027 12,5323
Conservação do Domicílio - 0,1923 - 0,0064 3,3451
Equipamentos Domésticos - 1,2299 - 0,0743 6,0432
Eletrodomésticos e Equipamentos - 1,8942 - 0,0687 3,6282
Utensílios Domésticos - 0,7954 - 0,0044 0,5537
Móveis 0,0899 0,0013 1,4321
Rouparia - 0,5786 - 0,0025 0,4292
Transporte - 0,9037 - 0,1166 12,8972
Individual - 2,0323 - 0,1505 7,4064
Coletivo 0,6186 0,0340 5,4908
Vestuário - 2,5551 - 0,1666 6,5197
Roupas - 3,3287 - 0,1331 3,9982
Calçados - 1,5395 - 0,0333 2,1614
Acessórios - 0,0614 - 0,0002 0,3601
Educação e Leitura 0,0639 0,0028 4,3949
Educação 0,0692 0,0028 4,0600
Leitura 0,0000 0,0000 0,3349
Saúde - 0,7024 - 0,0589 8,3921
Assistência Médica - 1,0523 - 0,0542 5,1479
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0817
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos - 0,1510 - 0,0048 3,1625
Recreação 0,0264 0,0004 1,4787
Produtos - 1,1614 - 0,0112 0,9645
Serviços 2,2546 0,0116 0,5142
Despesas Pessoais 0,1797 0,0075 4,1533
Higiene e Beleza 0,3063 0,0074 2,4106
Fumo e Acessórios 0,0046 0,0001 1,7426
Despesas diversas 0,6197 0,0014 0,2270
Animais 0,7479 0,0014 0,1881
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0389


Custo de Vida no Município de São Paulo
Agosto de 1998


Estrato 3 - Famílias com renda superior
(renda média = R$ 2.792,90)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

- 0,8494

- 0,8494

100,0000
Alimentação - 0,8181 - 0,1854 22,6655
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,6562 - 0,0515 7,8448
Indústria da Alimentação - 1,1887 - 0,0993 8,3550
Alimentação Fora do Domicílio - 0,5358 - 0,0346 6,4658
Habitação - 0,7723 - 0,1905 24,6602
Locação, Impostos e Condomínio - 1,5877 - 0,1502 9,4590
Operação do Domicílio - 0,3394 - 0,0397 11,7079
Conservação do Domicílio - 0,0154 - 0,0005 3,4933
Equipamentos Domésticos - 1,0268 - 0,0489 4,7579
Eletrodomésticos e Equipamentos - 1,7433 - 0,0436 2,5012
Utensílios Domésticos - 0,3809 - 0,0025 0,6509
Móveis - 0,0162 - 0,0002 1,2538
Rouparia - 0,7291 - 0,0026 0,3521
Transporte - 1,4420 - 0,2230 15,4639
Individual - 1,8821 - 0,2368 12,5798
Coletivo 0,4777 0,0138 2,8840
Vestuário - 2,6320 - 0,1495 5,6816
Roupas - 3,2162 - 0,1268 3,9410
Calçados - 1,5108 - 0,0215 1,4214
Acessórios - 0,4119 - 0,0013 0,3192
Educação e Leitura 0,1366 0,0134 9,8325
Educação 0,1466 0,0134 9,1615
Leitura 0,0000 0,0000 0,6710
Saúde - 0,6419 - 0,0727 11,3280
Assistência Médica - 0,7550 - 0,0681 9,0170
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0705
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos - 0,2068 - 0,0046 2,2405
Recreação 0,1209 0,0025 2,0720
Produtos - 0,9801 - 0,0130 1,3303
Serviços 2,0957 0,0155 0,7417
Despesas Pessoais 0,0914 0,0030 3,2427
Higiene e Beleza 0,1372 0,0029 2,1417
Fumo e Acessórios 0,0023 0,0000 1,1010
Despesas diversas 0,5809 0,0017 0,2958
Animais 0,7479 0,0017 0,2298
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0661
DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Económicos