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DIEESE - Custo de Vida - Abril/97
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Reajuste das Tarifas de Telefone e Energia Pressionaram o Índice de Abril


O Índice do Custo de Vida (ICV) apresentou, em abril, comportamento ascendente no município de São Paulo, registrando aumento de 1,08%, uma taxa 0,58 ponto percentual superior à apurada em março pelo DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos. Os reajustes concedidos aos serviços de telefonia (51,00%) e de energia elétrica (7,33%) foram os principais fatores de pressão, sendo responsáveis por 0,81 pontos percentuais no índice de abril. Todos os demais preços da economia contribuíram com apenas 0,27 pontos percentuais. Apesar de itens importantes, caso da Alimentação, terem registrado queda no período, sua redução foi insuficiente para compensar os fortes aumentos das tarifas (tabela 1).


Tabela 1 - Principais variações por grupos de despesas
Maiores Menores
Habitação 3,72% Alimentação -0,33%
Recreação 1,83% Despesas Pessoais -0,11%
Saúde 1,19% Equipamentos Domésticos -0,09%



Ao contrário do que ocorreu em março, quando a alta dos produtos de Alimentação pressionou a taxa apurada para as famílias de menor poder aquisitivo, em abril os aumentos incidiram mais fortemente para quem tem maior rendimento. Assim, no estrato 1, que engloba as famílias com renda média de R$ 377,49, foram as menos penalizadas pela elevação inflacionária, com a taxa situando-se em 0,82%, ou seja, 0,08 ponto percentual inferior à apurada em março (quando chegou a 0,90%). No estrato 2 - que acompanha a evolução de preços para a camada de rendimento intermediário (média de R$ 934,17) - a alta ficou em 0,98%, contra 0,56%, verificado no mês anterior. Para as famílias de maior renda (média de R$ 2.792,90), reunidas no estrato 3, a taxa foi a mais expressiva - 1,18% - o triplo da verificada em março (0,39%).

Desde que o DIEESE implantou, em julho de 1996, as novas ponderações para o cálculo do índice do custo de vida, a alta da inflação ficou em 7, 58%. No entanto, alguns dos itens que compõem o ICV apresentaram aumentos muito superiores. O principal destaque ficou por conta do telefone, com elevação de 50,95%, mas também ocorreram altas expressivas para seguros e convênios de saúde (33,87%), medicamentos e produtos farmacêuticos (19,50%), escolas particulares (18,51%), tarifas de água e esgoto (15,92%) e de eletricidade (7,33%) (gráfico 1).


Gráfico 1



COMPORTAMENTO DOS PREÇOS

Apesar de a taxa de inflação de abril (1,08%) ser mais que o dobro que a verificada em março (0,50%), os preços da economia continuam a convergir para uma maior estabilidade. No último mês, dos 584 ítens componentes do ICV-DIEESE, 38,9% apresentaram variação entre ± 1%, enquanto em março, apenas 33,9% registraram taxas neste intervalo.

Sob um outro ângulo, verifica-se que 80% dos itens variaram, neste mês, entre -3,7% e + 4,5%, com a diferença de 8,2 pontos percentuais entre os seus extremos, comportamento semelhante ao observado no mês de março, quando 80% dos itens variaram entre -3,9% e +4,3%, com diferença também de 8,2%.

Mas, se o comportamento dos preços aponta para uma maior estabilidade, como explicar a diferença entre a taxa de abril frente a de março? A razão para esse resultado está na importância relativa dos itens dentro dos orçamentos domésticos. Um aumento de 51,00% no telefone é responsável por 0,61 ponto percentual no índice, e a energia elétrica, com taxa de 7,33%, responde por 0,19 ponto percentual. Caso esses dois componentes do ICV-DIEESE não apresentassem variação, o índice seria de 0,27%.

ANÁLISE POR GRUPO DE DESPESAS

Alimentação

As despesas com os gêneros alimentícios - que têm o maior peso no orçamento doméstico - registraram, em abril, queda de -0,33%, apresentando, assim, um comportamento bem diferente do mês anterior, quando subiu 2,07%.

Tanto os subgrupos produtos in natura e semi-elaborados (-0,81%), quanto a alimentação fora do domicílio (-0,22%) apresentaram, em abril, variações negativas. Apenas os produtos da indústria da alimentação mativeram-se relativamente estáveis (0,10%).

Entre os produtos in natura e semi-elaborados, a principal queda ocorreu entre os hortifrutis (-2,45%), resultante da retração de -14,96% entre as hortaliças. A alface (-22,06%) manteve, em abril a tendência de baixa iniciada em março, após a forte alta apurada em fevereiro. A retração também foi verificada entre os legumes (-4,97%), embora o tomate ainda tenha registrado taxa positiva de 1,04%. A variação foi negativa ainda para as frutas (-3,83%). No entanto, entre as raízes e tubérculos, o aumento chegou a 9,04%, com destaque para a batata (22,60%) e cebola (8,05%).

Entre as carnes (1,32%), o comportamento foi curioso. Enquanto a carne bovina de primeira subiu apenas 0,69%, a de segunda aumentou 2,50%, provavelmente por pressão de demanda. Dentro deste grupo ainda se observou, o aumento da carne suína, de 3,27%.

No caso da alimentação fora do domicílio, a taxa negativa de 0,22% derivou da queda entre as refeições principais (-0,92%), uma vez que os lanches apresentaram variações positivas (0,80%).

Os preços dos produtos da indústria da alimentação mantiveram-se praticamente estáveis, apesar do comportamento altista de alguns deles, como café e chá, com aumento de 2,21%, e os derivados de leite, majorados em 2,09% - com destaque para o leite longa vida (6,53%) e os queijos (3,2%). Em compensação, houve queda no preço das bebidas (-2,85%), principalmente as alcoólicas (-2,97%).

Habitação

Os gastos com moradia foram os que registraram, em abril, a maior alta (3,72%), principalmente em função dos reajustes concedidos às tarifas de telefone (51,00%), luz (7,33%) e gás de botijão (4,73%), resultando em uma taxa de 13,51% para o grupo compreendido pelos serviços públicos e de 8,04% para o subgrupo operação com domicílio.

Os demais subgrupos tiveram aumentos mais moderados: os gastos com locação, taxas e impostos subiram 0,38%, a Limpeza Doméstica, 0,52% e Conservação do Domicílio, 0,76%. Já os de Serviços Domésticos caíram 0,37%.

Transportes

O item apresentou, em abril, uma variação de 0,66%, taxa superior aos 0,29% de março. Para o subgrupo transporte individual (0,79%), os destaques são a majoração de 1,9% dos combustíveis e a alta de 5,89% na lavagem de veículos, além da alta de 2,07% nos serviços mecânicos. No entanto, o transporte coletivo (0,26%) mantém-se estável, e somente os ônibus interestaduais tiveram reajuste de tarifa (3,53%).

Vestuário

A chegada da meia estação ainda não provocou altas significativas nas roupas, dado que este grupo variou apenas 0,35%. Nas roupas masculinas (-2,10%) percebe-se queda entre aquelas tipicamente de verão (camisetas, -11,23%, calção, -9,39%), mas aumento de 11,96% no item agasalho/training, produto mais típico de épocas mais frias. No caso das roupas femininas (0,64%), essa tendência não é tão visível, embora tenha se registrado queda para a camiseta de manga curta (-6,48%) e maiô (-11,21%) . As roupas infantis subiram 4,46%, em especial macacão de bebê (13,37%) e camisetas de manga longa (8,76%).

Os preços dos calçados caíram 1,40%, com destaque para sapato social masculino (-3,58%), sandália unisex (-6,65%) e tênis (-3,18%). Já os calçados infantis aumentaram 4,71%, estando entre os fatores de pressão sapatos (12,77%) e sandália (8,88%) de couro.

Educação e Leitura

Em 1997, as despesas com esse grupo já apresentaram alta de 11,71%, porém, o grande aumento foi verificado em janeiro (8,46%), em função da alta de mensalidades escolares. Desde então, a taxa vem caindo e atingiu 0,34% em abril. Entre julho de 1996, até abril, o acumulado é de 13,72%.

Saúde

O aumento nos gastos com Saúde vem sendo constante, ainda que nem sempre com taxas expressivas. Ao contrário do grupo Educação, em que as altas se concentraram no início deste ano, no primeiro de as principais elevações ocorreram ainda em 1996, em particular nos primeiros meses após a introdução das novas ponderações do ICV. Tanto que, enquanto nos dez meses pesquisados desde então a alta atinge 22,60%, e nos últimos seis meses corresponde a 7,41%. Neste último período, o DIEESE registrou taxas inferiores a 1,00% apenas em fevereiro e março. Em abril, a elevação ficou em 1,19%. Para o subgrupo assistência médica, a taxa foi de 1,35%, impulsionada pelo reajuste de 2,16% nos preços de seguros e convênios. No caso dos medicamentos (0,81%), o comportamento dos preços é semelhante ao do grupo, embora em patamares menores. Os anti-inflamatórios subiram 2,83%; os remédios para diabetes, 1,54%; os para o sistema nervoso central, 1,19%, e os cardiovasculares, 1,0%.

ESTRATOS DE RENDA

As diferenças observadas nos resultados dos três estratos de renda familiar têm como principal origem os aumentos das tarifas de telefone e de energia elétrica. Como as despesas com esses serviços incidem de forma diferente conforme a faixa de rendimento, as contribuições na composição dos índices por estrato são bastante diferenciadas.

Dado os aumentos ocorridos nas tarifas públicas e a sua importância relativa nos diferentes orçamentos domésticos, é possível isolar os impactos desses reajustes por estrato de renda. A tabela 2 aponta os pesos de cada produto, bem como a contribuição no índice de cada estrato, oriundos dos aumentos da eletricidade e telefone.


Tabela 2 - Peso e contribuição dos produtos que mais pressionaram o ICV - DIEESE
Itens Pesos Contribuições

Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3 Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3
Telefone(51%) 0,81% 1,10% 1,35% 0,42% 0,56% 0,69%
Energia Elétrica(7,33%) 4,00% 3,19% 2,05% 0,29% 0,23% 0,15%
Soma:peso/contribuição 4,81% 4,29% 3,40% 0,71% 0,79% 0,84%
Indice por estrato


0,82% 0,98% 1,18%
Índice demais produtos


0,11% 0,19% 0,24%



Na tabela 2, pode-se observar que o aumento da tarifa telefônica teve impacto maior para as famílias do estrato 3 (0,69%), enquanto a energia elétrica incidiu mais para aquelas do estrato 1 (0,29%). A última linha da tabela indica qual seriam os índices inflacionários para os diferentes estratos, caso não houvesse reajuste tarifário.

As taxas por grupo de gastos e por estrato de renda estão na tabela 3 e no gráfico 2. A queda nos preços dos produtos de Alimentação beneficiaram mais o estrato 2, caso em que a redução foi mais expressiva (-0,42%). Nos demais estratos as taxas apuradas foram semelhantes (estrato 1, -0,28%, e estrato 3, -0,29%). Nas despesas com Habitação, o estrato 3 foi o mais prejudicado (3,88%), seguido pelo estrato 2 (3,69%) e, com menor impacto, estrato 1 (3,16%). Tais resultados decorreram, principalmente, dos aumentos das tarifas públicas.


Tabela 3 - Custo de Vida no Município de São Paulo- Abril de 1997 - ( em %)
Grupos de Gastos Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3 Geral
Alimentação -0,28% -0,42% -0,29% -0,33%
Habitação 3,16% 3,69% 3,88% 3,72%
Equipamentos Domésticos -0,12% -0,57% 0,18% -0,09%
Transportes 0,70% 0,53% 0,69% 0,66%
Vestuário -0,98% 0,60% 0,56% 0,36%
Educação e Leitura 0,45% 0,41% 0,33% 0,34%
Saúde 1,17% 1,29% 1,16% 1,19%
Recreação 0,89% 1,82% 2,01% 1,83%
Despesas Pessoais -0,13% -0,18% -0,07% -0,11%
Despesas Diversas 2,31% 2,30% 2,24% 2,26%
Total 0,82% 0,98% 1,18% 1,08%




Gráfico 2


O impacto dos aumentos no item Saúde (1,19%) foi mais significativo para o estrato 2 (1,29%), devido ao peso dos seus componentes. As taxas foram semelhantes no estrato 1 (1,17%) e no estrato 3 (1,16%).

As variações nos preços dos produtos do Vestuário foram bem diferenciadas por estrato. Enquanto para a população de menor poder aquisitivo a taxa foi negativa (-0,98%), para os demais a variação foi positiva. Essas diferenças se originam na composição das despesas nas diferentes faixas de renda.

Índices Acumulados

Nos dez meses desde a implantação da nova ponderação, em julho de 1996, o ICV-DIEESE já acumula alta de 7,58%, com taxas semelhantes por estrato de renda.

Neste ano, o índice atingiu 4,22%, sendo maior para o estrato 3 (4,42%) e menor no estrato 1 (3,88%).

O acumulado dos últimos doze meses, dada as alterações nos estratos de levantamento, só pode ser calculado para o estrato 1 e para o índice geral, que acumulam aumentos respectivos de 10,36% e 10,31%.

As taxas mensais dos últimos doze meses podem ser visualizadas no gráfico 3. Observa-se em apenas quatro meses taxas superiores a 1%, como verificado em julho de 1996 (2,34%), janeiro de 1997 (2,12%), maio de 1996 (1,61%) e abril de 1997 (1,08%). Nos demais meses elas são inferiores a 1%. Em agosto de 1996 (-0,26%), a taxa foi, inclusive, negativa.


Gráfico 3


Tabela4 - Índice doCusto de Vida (ICV) no Município de São PauloJaneiro de 1995 a abril de 1997 - Índice base: Jun/96=100
Meses Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3 Geral
Janeiro/95 67,96

64,43
Fevereiro 69,76

66,33
Março 72,11

69,58
Abril 74,60

72,82
Maio 76,57

75,43
Junho 80,29

79,31
Julho 83,73

82,71
Agosto 85,56

84,24
Setembro 87,22

85,79
Outubro 89,13

87,08
Novembro 91,72

89,51
Dezembro 93,01

91,20
Janeiro/96 95,15

95,39
Fevereiro 95,64

95,44
Março 95,85

96,43
Abril 96,89

97,53
Maio 98,56

99,10
Junho 100,00 100,00 100,00 100,00
Julho 102,34 102,43 102,27 102,34
Agosto 102,04 102,05 102,05 102,07
Setembro 102,36 102,27 102,07 102,18
Outubro 102,72 102,60 102,36 102,50
Novembro 103,04 103,03 102,66 102,83
Dezembro 102,93 103,21 103,27 103,22
Janeiro/97 104,64 105,07 105,71 105,41
Fevereiro/97 105,12 105,70 106,16 105,90
Março/97 106,06 106,29 106,58 106,43
Abril/97 106,93 107,33 107,84 107,58



Variações (em %) Estrato 1 Estrato 2 Estrato 3 Total
No mês 0,82% 0,98% 1,18% 1,08%
No ano 3,88% 3,99% 4,42% 4,22%
Nos últimos 6 meses 4,10% 4,61% 5,35% 4,95%
Nos últimos 12 meses 10,36%

10,31%
Fonte e Elaboração: DIEESE.




Tabelas do Índice do Custo de Vida no Município de São Paulo


Custo de Vida no Município de São Paulo
Abril de 1997

Índice Geral (em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

1,0807

1,0807

100,0000
Alimentação - 0,3299 - 0,0892 27,0350
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,8093 - 0,0868 10,7239
Indústria da Alimentação 0,0996 0,0105 10,4974
Alimentação Fora do Domicílio - 0,2211 - 0,0129 5,8137
Habitação 3,7231 0,8871 23,8277
Locação,Impostos e Condomínio 0,3792 0,0397 10,4648
Operação do Domicílio 8,0391 0,8237 10,2460
Conservação do Domicílio - 0,7625 0,0238 3,1168
Equipamentos Domésticos - 0,0912 - 0,0053 5,7808
Eletrodomésticos e Equipamentos - 2,4421 - 0,0804 3,2929
Utensílios Domésticos 1,3266 0,0094 0,7059
Móveis 4,6226 0,0629 1,3617
Rouparia 0,6747 0,0028 0,4203
Transporte 0,6567 0,0921 14,0232
Individual 0,7905 0,0826 10,4545
Coletivo 0,2648 0,0095 3,5688
Vestuário 0,3552 0,0242 6,8171
Roupas 0,7692 0,0345 4,4852
Calçados - 1,4037 - 0,0271 1,9326
Acessórios 4,2169 0,0168 0,3993
Educação e Leitura 0,3450 0,0254 7,3573
Educação 0,1847 0,0126 6,8135
Leitura 2,3540 0,0128 0,5438
Saúde 1,1881 0,1107 9,3171
Assistência Médica 1,3485 0,0917 6,7966
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0648
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos 0,7757 0,0190 2,4557
Recreação 1,8348 0,0336 1,8287
Produtos 0,5035 0,0063 1,2426
Serviços 4,6577 0,0273 0,5860
Despesas Pessoais - 0,1125 - 0,0042 3,7369
Higiene e Beleza - 0,1916 - 0,0045 2,3477
Fumo e Acessórios 0,0211 0,0003 1,3892
Despesas diversas 2,2603 0,0062 0,2762
Animais 2,7217 0,0062 0,2293
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0468


Custo de Vida no Município de São Paulo
Abril de 1997

Estrato 1 - Famílias com renda inferior
(renda média = R$ 377,48)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

0,8188

0,8188

100,0000
Alimentação - 0,2798 - 0,0985 35,2159
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,5275 - 0,0859 16,2933
Indústria da Alimentação - 0,0222 - 0,0032 14,5078
Alimentação Fora do Domicílio - 0,2125 - 0,0094 4,4147
Habitação 3,1560 0,8276 26,2229
Locação,Impostos e Condomínio 0,4364 0,0521 11,9480
Operação do Domicílio 6,5592 0,7672 11,6966
Conservação do Domicílio 0,3201 0,0083 2,5782
Equipamentos Domésticos - 0,1165 - 0,0062 5,3553
Eletrodomésticos e Equipamentos - 2,4095 - 0,0760 3,1527
Utensílios Domésticos 1,2205 0,0090 0,7395
Móveis 5,6529 0,0629 1,1125
Rouparia - 0,6242 - 0,0022 0,3507
Transporte 0,7009 0,0580 8,2759
Individual 0,8617 0,0222 2,5706
Coletivo 0,6284 0,0359 5,7053
Vestuário - 0,9794 - 0,0747 7,6309
Roupas - 0,7379 - 0,0352 4,7703
Calçados - 2,0364 - 0,0507 2,4897
Acessórios 3,0098 0,0112 0,3708
Educação e Leitura 0,4494 0,0154 3,4171
Educação 0,3540 0,0114 3,2201
Leitura 2,0108 0,0040 0,1969
Saúde 1,1748 0,0878 7,4754
Assistência Médica 1,5169 0,0606 3,9954
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos 0,7821 0,0272 3,4800
Recreação 0,8864 0,0092 1,0410
Produtos 0,1933 0,0015 0,7682
Serviços 2,8384 0,0077 0,2728
Despesas Pessoais - 0,1288 - 0,0065 5,0702
Higiene e Beleza - 0,2619 - 0,0074 2,8125
Fumo e Acessórios 0,0369 0,0008 2,2577
Despesas diversas 2,3130 0,0068 0,2955
Animais 2,7217 0,0068 0,2511
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0444


Custo de Vida no Município de São Paulo
Abril de 1997

Estrato 2 - Famílias com renda intermediária
(renda média = R$ 934,17)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

0,9822

0,9822

100,0000
Alimentação - 0,4177 - 0,1290 30,8900
Produtos in-natura e semi-elaborados - 1,0240 - 0,1388 13,5500
Indústria da Alimentação 0,0319 0,0040 12,6819
Alimentação Fora do Domicílio 0,1216 0,0057 4,6581
Habitação 3,6948 0,8983 24,3120
Locação,Impostos e Condomínio 0,4301 0,0456 10,6049
Operação do Domicílio 7,7100 0,8170 10,5964
Conservação do Domicílio 1,1469 0,0357 3,1107
Equipamentos Domésticos - 0,5748 - 0,0401 6,9723
Eletrodomésticos e Equipamentos - 2,8917 - 0,1234 4,2690
Utensílios Domésticos 1,0470 0,0066 0,6285
Móveis 4,4316 0,0700 1,5806
Rouparia 1,3648 0,0067 0,4942
Transporte 0,5268 0,0666 12,6398
Individual 0,7343 0,0581 7,9105
Coletivo 0,1796 0,0085 4,7293
Vestuário 0,6004 0,0440 7,3313
Roupas 1,6575 0,0743 4,4852
Calçados - 2,1527 - 0,0521 2,4196
Acessórios 5,1033 0,0218 0,4264
Educação e Leitura 0,4118 0,0176 4,2810
Educação 0,2564 0,0101 3,9274
Leitura 2,1381 0,0076 0,3536
Saúde 1,2909 0,0989 7,6594
Assistência Médica 1,6236 0,0768 4,7272
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0834
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos 0,7768 0,0221 2,8489
Recreação 1,8161 0,0279 1,5371
Produtos 0,3766 0,0040 1,0497
Serviços 4,9161 0,0240 0,4874
Despesas Pessoais - 0,1758 - 0,0073 4,1446
Higiene e Beleza - 0,3109 - 0,0077 2,4691
Fumo e Acessórios 0,0232 0,0004 1,6755
Despesas diversas 2,2954 0,0053 0,2326
Animais 2,7217 0,0053 0,1961
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0364


Custo de Vida no Município de São Paulo
Abril de 1997

Estrato 3 - Famílias com renda superior
(renda média = R$ 2.792,90)
(em %)
Denominação Variação Contribuição Ponderação

Total Geral

1,1828

1,1828

100,0000
Alimentação - 0,2943 - 0,0689 23,4156
Produtos in-natura e semi-elaborados - 0,7995 - 0,0650 8,1330
Indústria da Alimentação 0,2049 0,0176 8,5670
Alimentação Fora do Domicílio - 0,3193 - 0,0214 6,7157
Habitação 3,8826 0,8954 23,0612
Locação,Impostos e Condomínio 0,3376 0,0340 10,0689
Operação do Domicílio 8,6222 0,8408 9,7512
Conservação do Domicílio 0,6360 0,0206 3,2410
Equipamentos Domésticos 0,1815 0,0098 5,3956
Eletrodomésticos e Equipamentos - 2,1503 - 0,0625 2,9067
Utensílios Domésticos 1,3326 0,0098 0,7353
Móveis 4,5023 0,0609 1,3524
Rouparia 0,4004 0,0016 0,4012
Transporte 0,6913 0,1105 15,9784
Individual 0,8027 0,1078 13,4235
Coletivo 0,1058 0,0027 2,5548
Vestuário 0,5592 0,0356 6,3713
Roupas 0,8361 0,0368 4,4069
Calçados - 1,0885 - 0,0172 1,5818
Acessórios 4,1812 0,0160 0,3826
Educação e Leitura 0,3299 0,0318 9,6277
Educação 0,1622 0,0145 8,9157
Leitura 2,4298 0,0173 0,7120
Saúde 1,1599 0,1213 10,4589
Assistência Médica 1,2599 0,1053 8,3616
Aparelhos 0,0000 0,0000 0,0720
Medicamentos e Prod.Farmacêuticos 0,7884 0,0160 2,0253
Recreação 2,0053 0,0432 2,1529
Produtos 0,6649 0,0096 1,4416
Serviços 4,7221 0,0336 0,7113
Despesas Pessoais - 0,0709 - 0,0023 3,2464
Higiene e Beleza - 0,1109 - 0,0024 2,1865
Fumo e Acessórios 0,0115 0,0001 1,0598
Despesas diversas 2,2360 0,0065 0,2919
Animais 2,7217 0,0065 0,2398
Comunicação 0,0000 0,0000 0,0521



DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Económicos